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O que acontece com o corpo do gato quando ele não se alimenta

Quando um gato deixa de comer, é sinal de que algo não vai bem. Diferente dos cães, os felinos possuem um metabolismo delicado e não podem ficar muito tempo em jejum.A perda de apetite pode ter diversas origens — desde estresse e dor até doenças graves.Por isso, é essencial agir rápido para identificar a causa e evitar complicações. Por que os gatos param de comer? Existem diferentes motivos que levam os gatos a recusar alimento. Entender o que está por trás desse comportamento é o primeiro passo para ajudá-los a se recuperar. 1. Estresse e mudanças na rotina Antes de tudo, é importante lembrar: gatos são animais muito sensíveis.Mudanças no ambiente, como uma nova casa, a chegada de outro animal ou barulhos incomuns, podem gerar estresse e ansiedade, resultando em perda temporária do apetite. 2. Problemas dentários Além disso, dores na boca, como gengivite, tártaro, dentes quebrados ou feridas, dificultam a mastigação.Nesses casos, o gato pode associar o ato de comer à dor e acabar evitando o alimento. 3. Doenças gastrointestinais Infecções, gastrites, verminoses e náuseas também alteram o sistema digestivo, causando inapetência e vômitos.Essas condições exigem avaliação veterinária para um diagnóstico preciso. 4. Doenças sistêmicas Doenças como insuficiência renal, lipidose hepática, FIV e FeLV podem causar perda de apetite e outros sintomas graves.Nessas situações, quanto mais cedo o gato for examinado, maiores são as chances de recuperação. 5. Mudança brusca na alimentação Por fim, lembre-se: gatos são exigentes. Se a ração for trocada de forma repentina, eles podem rejeitar o novo alimento por não reconhecerem o cheiro ou sabor.Por isso, qualquer troca deve ser feita de forma gradual, misturando os alimentos aos poucos. O que acontece com o corpo do gato quando ele não se alimenta Após 24 a 48 horas sem comer, o corpo do gato entra em estado de alerta.O organismo começa a quebrar gordura para gerar energia, mas o fígado dos felinos não consegue processar grandes quantidades dessa gordura de uma vez.Isso pode causar lipidose hepática, uma condição grave e potencialmente fatal. Além disso, o gato pode apresentar: Perda rápida de peso; Desidratação e fraqueza; Queda na imunidade; E, em casos severos, falência de órgãos. Sintomas que acompanham a falta de apetite A recusa alimentar raramente vem sozinha. Observe se o gato apresenta: Apatia e isolamento; Vômitos e diarreia; Pelagem sem brilho; Excesso de saliva; Respiração ofegante; Olhos amarelados (sinal de problema hepático).  Quanto mais cedo esses sinais forem percebidos, maiores são as chances de recuperação. Como identificar o motivo da recusa alimentar Antes da consulta veterinária, faça algumas observações que ajudarão no diagnóstico: Há quanto tempo o gato não come; Se está bebendo água; Se está usando a caixa de areia normalmente; Se houve alguma mudança no ambiente; E se ele está mais escondido ou apático. Essas informações podem fazer toda a diferença no atendimento. Como estimular o apetite do gato Com orientação veterinária, é possível incentivar o gato a voltar a comer.Algumas opções incluem: Ração úmida levemente aquecida; Patês específicos para recuperação; Petiscos terapêuticos veterinários; Frango cozido e desfiado (sem temperos). Atenção: nunca ofereça leite ou alimentos humanos, pois muitos são tóxicos para os felinos. Quando o tratamento médico é necessário Se o gato ficar mais de 24 horas sem comer, procure um veterinário imediatamente.Durante a consulta, o profissional poderá: Solicitar exames de sangue e urina; Realizar ultrassonografia ou raio-X; Aplicar soro para hidratação; E, se necessário, indicar alimentação assistida ou internação. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações mais sérias. Cuidados em casa durante a recuperação Após a consulta, o tutor tem papel essencial na recuperação do pet.Portanto: Siga corretamente o tratamento e os horários dos medicamentos; Ofereça os alimentos recomendados, mesmo que em pequenas porções; Mantenha o ambiente calmo e silencioso; Observe o comportamento do gato todos os dias. Ambientes tranquilos e seguros ajudam o gato a se recuperar mais rapidamente. Como prevenir a falta de apetite no futuro Alguns cuidados simples podem evitar que o problema volte a acontecer: Mantenha vacinas e vermífugos sempre em dia; Faça check-ups regulares; Evite trocar a ração de forma repentina; Estimule o gato com brinquedos e arranhadores; Cuide da saúde bucal com acompanhamento odontológico veterinário. Quando o tutor deve se preocupar Nem sempre é grave se o gato pular uma refeição.Entretanto, se o comportamento persistir por mais de um dia, acompanhado de apatia, vômitos ou desinteresse, é hora de procurar o veterinário. A diferença entre um simples desconforto e uma doença grave é pequena — e agir rápido pode salvar a vida do seu gato. A falta de apetite em gatos nunca deve ser ignorada.Mesmo que pareça algo simples, pode ser o primeiro sinal de um problema maior.Se o seu gato deixou de comer, observe, aja e leve-o ao veterinário o quanto antes.Com atenção, carinho e acompanhamento profissional, ele voltará a se alimentar bem e viver com saúde e alegria.

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Parvovirose Canina: entenda os perigos e como proteger seu pet

A parvovirose canina é uma doença viral altamente contagiosa e potencialmente fatal, principalmente em filhotes. Ela causa sintomas gastrointestinais graves, levando à desidratação intensa e podendo comprometer a vida do animal em poucos dias. O que é a parvovirose? A parvovirose é causada pelo parvovírus canino tipo 2 (CPV-2). Esse vírus é extremamente resistente e pode sobreviver por longos períodos no ambiente. Dessa forma, o risco de contaminação é alto, mesmo em locais que parecem limpos. Além disso, por atingir com mais força os filhotes, que ainda não completaram seu ciclo vacinal, a doença se torna ainda mais preocupante. Quais são os sintomas da parvovirose? Os sinais clínicos aparecem de forma rápida e são bastante intensos. Entre os principais, destacam-se: Diarreia com sangue e odor forte: um dos sintomas mais marcantes. Vômitos frequentes: muitas vezes acompanhados de sangue. Febre alta: geralmente no início da infecção. Perda de apetite e fraqueza: o pet se mostra apático e sem energia. Desidratação grave: resultado direto da perda excessiva de líquidos. Portanto, ao identificar qualquer um desses sintomas, o tutor deve buscar atendimento veterinário imediato. Como ocorre a transmissão? O vírus é eliminado nas fezes de animais infectados. Assim, a transmissão acontece pelo contato direto com fezes contaminadas ou, indiretamente, através de objetos, roupas, calçados e até mesmo superfícies. Portanto, a higienização correta e o controle do ambiente onde o filhote vive são medidas essenciais. Como prevenir a parvovirose? A prevenção é, sem dúvida, a forma mais eficaz de combater a parvovirose. Para isso: Vacinação: é a principal proteção e deve ser iniciada ainda nos primeiros meses de vida do cão. Isolamento de filhotes não vacinados: até que completem o protocolo de vacinas, é fundamental evitar contato com outros cães. Higienização constante: manter o ambiente limpo e desinfetado reduz muito os riscos. Além disso, campanhas de conscientização ajudam os tutores a entender a gravidade da doença e a importância da imunização. Como é feito o tratamento? Infelizmente, não existe um antiviral específico contra a parvovirose. O tratamento, portanto, é de suporte e visa controlar os sintomas. Entre as medidas adotadas, estão: Fluidoterapia: fundamental para combater a desidratação. Antibióticos: utilizados para prevenir infecções secundárias. Antieméticos: ajudam a controlar os vômitos. Alimentação gradual e leve: reintroduzida à medida que o animal melhora. No entanto, mesmo com tratamento, a taxa de mortalidade continua alta, principalmente em filhotes. Isso reforça que prevenir é sempre o melhor caminho. A parvovirose é uma ameaça real e ainda comum no Brasil. Segundo pesquisas recentes, a doença continua sendo uma das principais causas de mortalidade em filhotes não vacinados. Dessa forma, a responsabilidade do tutor em manter a vacinação em dia é essencial para a saúde e bem-estar do seu cão. Em resumo, com informação, prevenção e acompanhamento veterinário, é possível salvar vidas e reduzir os impactos dessa doença grave.

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Ortopedista Veterinário: quando ele deve ajudar cães e gatos

Assim como nós, cães e gatos também sofrem com problemas ósseos, fraturas e desgastes articulares. No entanto, diferentemente do que muitos tutores pensam, existe um profissional específico para cuidar dessas condições: o ortopedista veterinário. A saúde e o bem-estar dos pets vão muito além de vacinas e alimentação. Por isso, quando cães e gatos apresentam dificuldades para se locomover, dores persistentes ou problemas ósseos e articulares, o ortopedista veterinário torna-se um aliado essencial. Esse profissional é especializado no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças que afetam o sistema musculoesquelético dos animais, garantindo mais qualidade de vida e bem-estar. Quando Procurar um Ortopedista Veterinário É comum que tutores não saibam exatamente o momento certo de buscar esse especialista. Entretanto, existem sinais claros que indicam a necessidade de uma avaliação ortopédica. Entre eles, podemos destacar: Manqueira persistente em uma ou mais patas. Dificuldade para subir ou descer escadas. Rigidez ao acordar ou após períodos de repouso. Dor ao ser tocado em determinadas regiões. Perda de interesse por brincadeiras ou passeios. Além disso, em casos de acidentes, quedas ou atropelamentos, o atendimento deve ser imediato. Afinal, o diagnóstico precoce é fundamental não apenas para evitar complicações, mas também para acelerar a recuperação. Principais Problemas que o Ortopedista Veterinário Trata O ortopedista veterinário atua em diferentes condições, que vão desde as mais simples até as mais complexas. Entre elas, destacam-se: Fraturas – geralmente causadas por quedas, atropelamentos ou traumas. Displasia coxofemoral – alteração na formação da articulação do quadril, muito comum em algumas raças. Luxações – quando um osso se desloca da articulação. Ruptura de ligamento cruzado – problema frequente em cães ativos. Osteoartrite – desgaste progressivo das articulações, mais comum em animais idosos. Problemas congênitos – alterações presentes desde o nascimento. Para identificar essas condições com precisão, o especialista utiliza exames complementares, como raio-x, tomografia e ressonância. Dessa forma, consegue indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Tratamentos e Como Eles Melhoram a Qualidade de Vida Os tratamentos ortopédicos variam de acordo com o diagnóstico. Assim, podem incluir diferentes abordagens, como: Cirurgias ortopédicas – indicadas para correção de fraturas e lesões ligamentares. Fisioterapia veterinária – essencial para recuperação da força muscular e da mobilidade. Medicamentos – usados para controle da dor e da inflamação. Suplementos nutricionais – importantes para fortalecer ossos e articulações. Dessa maneira, quando realizados corretamente, esses tratamentos reduzem a dor, melhoram a mobilidade e permitem que o pet retome atividades do dia a dia, como correr, brincar e interagir com a família. Em outras palavras, o ortopedista veterinário contribui diretamente para que cães e gatos tenham mais bem-estar e longevidade. O Papel do Tutor na Recuperação O acompanhamento do tutor é fundamental para o sucesso do tratamento. Seguir as orientações do veterinário, respeitar o tempo de repouso, oferecer uma dieta balanceada e garantir um ambiente seguro fazem toda a diferença para a recuperação do animal portanto o ortopedista veterinário é um especialista indispensável quando o assunto é a saúde musculoesquelética de cães e gatos. Ao identificar os sinais de que algo não vai bem e buscar atendimento especializado, o tutor garante que seu pet tenha mais conforto, mobilidade e qualidade de vida. Afinal, cuidar da saúde ortopédica é também uma forma de demonstrar amor e responsabilidade.

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Agosto: Mês de combate à raiva

Raiva: o que é, como prevenir e por que agosto reforça o alerta A raiva é uma zoonose viral grave e fatal, que pode afetar qualquer mamífero, incluindo cães, gatos e seres humanos. Ela representa uma séria ameaça à saúde pública, especialmente em contextos de baixa cobertura vacinal e pouca conscientização. Como ocorre a transmissão? A forma mais comum de transmissão da raiva é por meio da saliva de animais infectados, especialmente em casos de mordidas, arranhões ou contato com mucosas. O risco é ainda maior porque o animal pode eliminar o vírus mesmo antes de apresentar sintomas. Em cães e gatos, o período de infectividade pode começar até 15 dias antes dos sinais clínicos. O que acontece no organismo após a infecção? Após a entrada do vírus no organismo — geralmente por uma mordida — ele se multiplica no tecido muscular e rapidamente atinge os nervos periféricos. A partir daí, o vírus migra para o sistema nervoso central (SNC), onde se replica intensamente. Em seguida, ele alcança outros órgãos, sendo eliminado pela saliva. Esse processo silencioso pode durar semanas ou até meses, variando conforme a espécie e o indivíduo. Qual é o período de incubação? O tempo entre a exposição ao vírus e o aparecimento dos primeiros sintomas varia. Em humanos, costuma ser de 30 a 60 dias, mas já foram registrados casos em que os sintomas surgiram após 5 anos. Nos cães e gatos, o período de incubação pode chegar a 6 meses, o que reforça a importância da observação contínua de animais envolvidos em acidentes. Quais são os sinais clínicos da raiva? Os sintomas da raiva se desenvolvem de forma progressiva e variam de acordo com a espécie. Em seres humanos, os primeiros sinais incluem febre, dor de cabeça, irritabilidade e sensação de formigamento no local da mordida. Com a progressão, surgem espasmos musculares, dificuldade para engolir e sinais neurológicos severos, levando ao coma e à morte. Já nos cães, a doença passa por três fases: Prodrômica: mudanças de comportamento, como isolamento ou agitação; Furiosa: agressividade extrema, vocalização excessiva e convulsões; Paralítica: paralisia progressiva, que termina em óbito entre 7 a 10 dias após o início dos sintomas. Como é feito o diagnóstico? Nos animais, o diagnóstico da raiva só é confirmado por exames laboratoriais após a morte, como a imunofluorescência direta. Em humanos, já é possível realizar o diagnóstico ante mortem com testes como RT-PCR e análise de anticorpos no líquido cefalorraquidiano. Mesmo assim, a prevenção continua sendo o melhor caminho. Como prevenir a raiva? A principal forma de prevenção é a vacinação — tanto em pets quanto em humanos expostos ao risco. A vacinação anual de cães e gatos é obrigatória e fundamental para interromper o ciclo de transmissão. Além disso, é essencial promover a posse responsável, evitando que os animais circulem livremente nas ruas. A educação da população também contribui para que mais pessoas saibam como agir diante de situações de risco. E em casos suspeitos? Sempre que ocorrer uma mordida ou contato suspeito com saliva de um animal possivelmente infectado, é fundamental lavar o local com água e sabão e buscar atendimento médico imediatamente. O animal agressor deve ser isolado e observado por 10 dias. Se ele desenvolver sintomas, a notificação deve ser feita aos órgãos competentes. Agosto: mês de alerta para a vacinação antirrábica O mês de agosto é tradicionalmente marcado por campanhas de vacinação antirrábica em diversas cidades do Brasil. Este período, conhecido como “Agosto Vermelho”, simboliza o compromisso coletivo com a saúde animal e humana. Mais do que uma campanha, esse momento é um chamado à responsabilidade social. Afinal, a raiva continua sendo uma ameaça — e o recente caso de um cão diagnosticado com raiva em São Paulo serve como alerta. Ainda estamos sujeitos a vírus e doenças, e a imunização é a forma mais eficaz de nos protegermos. Por que a responsabilidade é de todos? Proteger os animais de estimação é também proteger a comunidade. Ao vacinar seu pet, você contribui para a saúde coletiva e ajuda a evitar tragédias silenciosas. Não podemos relaxar diante de doenças preveníveis, especialmente quando temos os meios para combatê-las com eficácia. A raiva é evitável. Com ações simples — como vacinação, informação e atitudes responsáveis —, podemos impedir que ela avance. Agosto é um mês estratégico para reforçarmos essa consciência, mas a proteção deve durar o ano todo. Na Paiol, carinho e cuidado andam juntos. Cuidar da saúde do seu pet é mais do que um gesto de amor — é um compromisso diário com o bem-estar de quem te ama incondicionalmente. Aqui no Centro Veterinário Paiol, oferecemos estrutura completa, equipe dedicada e todo o suporte que você e seu pet merecem: de check-ups a vacinas, de orientações a cuidados especiais. Agende agora mesmo o check-up do seu pet e mantenha as vacinas em dia.Porque cuidar com atenção é a forma mais bonita de dizer “eu te amo” todos os dias.

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Julho Dourado: não dê trégua às zoonoses — cuide de quem te ama todos os dias

O Que você precisa saber para proteger seu pet e sua família das zoonoses Durante o mês de julho, o Julho Dourado reforça um tema essencial: a importância da medicina veterinária preventiva e os cuidados com as zoonoses, doenças que podem ser transmitidas dos animais para os humanos. Essa campanha nos lembra de um fato importante: cuidar dos nossos pets é também um compromisso com a saúde pública. Quando protegemos os animais, protegemos a todos ao redor. O que são zoonoses — e por que você deve se preocupar Zoonoses são doenças transmitidas entre animais e pessoas, podendo ocorrer por mordidas, contato com secreções, urina ou até pelo ar, dependendo do agente causador. Embora cães e gatos sejam companheiros incríveis, eles também podem transmitir algumas doenças sérias, principalmente quando não recebem os cuidados preventivos corretos. A seguir, conheça as principais zoonoses que merecem atenção redobrada — especialmente neste mês de conscientização: Raiva: prevenir ainda é a melhor defesa A raiva é uma doença viral extremamente perigosa e, na maioria dos casos, fatal. Ela pode ser transmitida por meio da mordida ou arranhão de animais infectados, como cães, gatos e até morcegos. Por isso, a vacinação anual é essencial — e mais do que isso: ela é obrigatória. Manter seu pet vacinado protege tanto ele quanto as pessoas ao redor. E atenção: se alguém for mordido por um animal desconhecido, é fundamental lavar o local com água e sabão imediatamente e procurar atendimento médico sem demora. O tratamento pós-exposição pode fazer toda a diferença e até salvar vidas. Leptospirose: riscos aumentam com enchentes e áreas úmidas Causada por uma bactéria presente na urina de roedores e outros animais infectados, a leptospirose pode atingir tanto humanos quanto cães. Durante o período de chuvas e enchentes, o risco de contaminação aumenta.Cães podem contrair a doença ao ter contato com água ou lama contaminada — mesmo sem apresentar sintomas. Nos humanos, os casos mais graves podem causar insuficiência renal, hepática e até a morte.Por isso, a vacinação anual nos cães é uma medida fundamental de prevenção. Calicivirose: atenção redobrada aos gatos A calicivirose é uma infecção respiratória altamente contagiosa entre os felinos. Ela se espalha com facilidade, principalmente em lares com mais de um gato. Os principais sintomas incluem: Espirros constantes Corrimento nasal Tosse seca Febre Letargia Diarreia em alguns casos Além do isolamento dos animais doentes, é essencial manter o ambiente sempre limpo.A prevenção vem da vacinação múltipla ( V4 ou V5) — converse com seu veterinário sobre o protocolo ideal para o seu gato. Como prevenir as zoonoses no dia a dia A boa notícia é que você pode evitar a maioria dessas doenças com ações simples e constantes. Veja algumas dicas práticas: Mantenha as vacinas e vermífugos em dia Realize check-ups regulares com o veterinário Higienize potes, camas e brinquedos frequentemente Evite o contato com animais doentes ou desconhecidos Lave as mãos após manusear os pets ou limpar fezes/urina Nunca compartilhe comida com os animais Ao adotar essas medidas, você não apenas protege seu pet, mas também toda a sua família e vizinhança. Na Paiol, cuidar é compromisso Cuidar da saúde dos nossos pets é muito mais do que dar carinho. É garantir segurança, bem-estar e uma vida longa ao lado de quem nos ama sem pedir nada em troca. No Centro Veterinário Paiol, você encontra profissionais capacitados, estrutura completa e acompanhamento constante para manter a saúde do seu pet sempre em dia.  Agende agora mesmo um check-up e atualize o calendário vacinal do seu pet.Porque quando o cuidado é constante, a prevenção acontece naturalmente.

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Guia prático de saúde para gatos.

Saúde Felina: Por que Prevenir Ainda é o Melhor Cuidado Quando o assunto é saúde dos gatos, não há dúvida: prevenir é sempre o melhor caminho. Embora muitas doenças tenham tratamento, a boa notícia é que a maioria pode ser evitada com cuidados simples e consistentes no dia a dia. Por isso, neste artigo, você vai encontrar os principais cuidados que ajudam a manter o seu gato saudável — desde a hidratação até a vacinação. Dessa forma, é possível promover bem-estar, evitar complicações futuras e garantir segurança contínua para o seu felino. Hidratação: um cuidado essencial para os rins Os gatos, por natureza, costumam beber pouca água. Isso aumenta o risco de problemas renais, que estão entre os mais frequentes na rotina clínica veterinária. Por isso, vale a pena investir em fontes de água corrente, oferecer alimentos úmidos com frequência e manter a água sempre fresca e limpa. Essas medidas ajudam a estimular a ingestão de líquidos e protegem os rins ao longo da vida. Testes de FIV e FeLV: detectar cedo faz diferença Doenças como FIV (imunodeficiência felina) e FeLV (leucemia felina) afetam o sistema imunológico e comprometem a qualidade de vida do gato. A boa notícia é que exames simples identificam essas doenças logo no início. Com o diagnóstico precoce, o veterinário pode acompanhar o caso de forma mais eficaz, garantindo mais conforto e longevidade ao seu pet. Vacinação: proteção para o gato e para todos ao redor Vacinar o gato não é apenas um cuidado individual — é uma atitude que protege a família inteira. A V5, a vacina antirrábica e, quando indicada, a vacina contra FeLV, devem fazer parte do calendário vacinal do seu pet. Manter as vacinas atualizadas evita doenças graves, muitas vezes fatais, e garante mais tranquilidade no dia a dia. Pulgas? Melhor manter bem longe! As pulgas não causam apenas incômodo. Elas transmitem doenças sérias e parasitas, como vermes intestinais. Por isso, o controle deve ser constante. Usar antiparasitários recomendados pelo veterinário e manter a casa limpa são atitudes simples que evitam grandes problemas. Vermifugação: mesmo gatos indoor precisam Mesmo os gatos que não saem de casa estão sujeitos à contaminação por vermes. O contato com sapatos, roupas ou insetos pode trazer riscos invisíveis. Por isso, manter a vermifugação em dia é fundamental para garantir a saúde do seu pet e de todos ao redor. Acesso à rua: perigo disfarçado de liberdade Permitir que o gato saia à rua pode parecer inofensivo, mas essa prática expõe o animal a brigas, doenças, atropelamentos e outros perigos. O ideal é adaptar o ambiente interno com prateleiras, brinquedos, arranhadores e janelas teladas. Um lar enriquecido oferece segurança e diversão na medida certa. Segurança emocional também é saúde Gatos felizes e tranquilos adoecem menos. Por isso, carinho, rotina estável e um ambiente confortável são essenciais para a saúde mental e física do seu pet. Brincar, respeitar o espaço do gato e observar seu comportamento no dia a dia são atitudes que fortalecem o vínculo e previnem doenças relacionadas ao estresse. Prevenir é um ato de amor Cuidar bem do seu gato significa agir antes do problema aparecer. Ao investir em hidratação, vacinação, vermifugação, testes e um lar seguro, você evita doenças sérias e oferece uma vida mais longa, feliz e saudável ao seu felino. Procure sempre o veterinário de confiança e mantenha o acompanhamento preventivo em dia. Seu gato merece esse cuidado — e você também ganha mais tranquilidade.

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Você sabe quais vacinas seu cão precisa?

Protocolo vacinal para os cães: um cuidado essencial que não pode ser adiado As vacinas precisam começar ainda nos primeiros meses de vida do cão e devem ser mantidas ao longo de toda a vida. Por isso, é fundamental que os tutores levem seus filhotes ao médico veterinário o quanto antes, para montar um protocolo vacinal adequado, levando em conta a idade, o histórico e o ambiente em que o pet vive. Por que as vacinas devem ser tratada como prioridade? Assim como os humanos, os cães convivem diariamente com microrganismos presentes no ambiente — muitos deles invisíveis, mas com alto poder de causar doenças graves. Entre as mais comuns e preocupantes na rotina veterinária estão a cinomose, parvovirose e giárdia. Além dessas, doenças como leptospirose, leishmaniose e raiva também oferecem sérios riscos à saúde dos cães e podem ser transmitidas aos humanos, o que as torna ainda mais perigosas. Manter o calendário de vacinação em dia protege não só o animal, mas também os tutores e demais membros da casa. Além disso, a Organização Mundial da Saúde Animal (WOAH) reforça que a vacinação é uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças zoonóticas — como a raiva e a leptospirose — que continuam registrando altos índices de letalidade quando não tratadas ou prevenidas a tempo. Quando iniciar a vacinação do seu pet? A imunização começa cedo! Filhotes devem receber suas primeiras vacinas a partir dos 45 dias de vida, sempre sob orientação do médico-veterinário. E atenção: antes de completar o protocolo inicial, os filhotes não devem sair para passeios ou ter contato com outros animais. Isso porque estão mais vulneráveis às infecções nesse período. O ideal é conversar com o veterinário para montar um calendário vacinal personalizado, especialmente se o seu pet vive em áreas de risco ou costuma viajar com frequência. Conheça as principais vacinas para cães e seus benefícios Polivalente – V8 ou V10 A vacina polivalente é uma das principais formas de proteger os cães contra diversas doenças graves. A versão V8 imuniza contra 8 doenças, enquanto a V10 oferece proteção extra contra dois tipos adicionais de leptospirose. O protocolo inclui três doses iniciais, aplicadas com intervalo de 25 dias. Depois disso, é essencial aplicar reforços anualmente para manter a proteção. Confira as doenças que a V8 e V10 ajudam a prevenir: Cinomose – afeta o sistema nervoso e pode levar à morte; Parvovirose – causa diarreia hemorrágica e é altamente contagiosa; Coronavirose – atinge o trato gastrointestinal, sem relação com a Covid-19; Hepatite Infecciosa Canina – compromete o fígado e pode ser fatal; Adenovirose – prejudica o sistema respiratório; Parainfluenza Canina – provoca sintomas respiratórios, semelhante à gripe; Leptospirose – uma zoonose grave, com risco de transmissão para humanos. Para reforçar a imunidade contra a leptospirose, especialmente entre os reforços anuais, os veterinários recomendam aplicar a vacina Guard-Vac seis meses após a última dose da polivalente. Vacina Antirrábica A raiva continua sendo uma das doenças mais perigosas, mesmo que atualmente os casos sejam raros. Essa doença viral é fatal em 100% dos casos, tanto para os animais quanto para os humanos. Os sintomas mais frequentes incluem: Agressividade repentina Hipersensibilidade a luz e sons Salivação excessiva (espuma na boca), embora esse sinal seja raro Essa vacina é obrigatória por lei em diversas regiões e precisa ser aplicada uma vez por ano para manter a proteção contínua. Vacina contra a Giárdia A giárdia é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida de humanos para cães e vice-versa. Ela é causada por um parasita intestinal e pode causar sintomas como: Diarreia Vômito Inchaço abdominal Retardo no desenvolvimento (em filhotes) A vacina é recomendada a partir de 12 semanas de vida, com três doses iniciais e reforço anual. Vacina contra a Leishmaniose A leishmaniose visceral tem crescido nas áreas urbanas, inclusive com casos registrados no Rio de Janeiro nos últimos anos, segundo o Ministério da Saúde. A doença é grave, sem cura definitiva, e transmitida por mosquitos. Recomendada para: Regiões endêmicas Cães saudáveis a partir dos 4 meses São aplicadas 3 doses com intervalo de 21 dias e reforço anual. Vacina Pneumodog (Tosse dos Canis) Essa vacina protege contra a gripe canina, doença comum no inverno e altamente contagiosa. Os sintomas são: Tosse Espirros Secreção nasal Perda de apetite A primeira dose pode ser aplicada a partir de 6 semanas de vida, seguida de duas doses adicionais, e o reforço também é anual. Vacina contra Dirofilariose (“Verme do coração”) Embora pouco conhecida por muitos tutores, a dirofilariose é uma doença extremamente perigosa. Ela é transmitida por mosquitos — incluindo o Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue, zika e chikungunya — e pode afetar tanto cães quanto gatos. Depois da picada, o parasita se aloja no coração e nos pulmões do animal. No entanto, os sintomas só costumam aparecer após cerca de sete meses, o que dificulta o diagnóstico precoce. Entre os sinais mais comuns estão cansaço excessivo, tosse persistente e sinais de insuficiência cardíaca. Por isso, investir na prevenção é muito mais seguro e eficiente do que lidar com o tratamento, que costuma ser complexo e caro. Como a evolução da doença ocorre de forma silenciosa, muitos tutores só percebem quando o quadro já está avançado. Vacinas salvam vidas — e mantêm sua família protegida! Vamos ser sinceros: ninguém gosta de ver seu pet doente, não é mesmo? Felizmente, com um cuidado simples e acessível, é possível evitar doenças graves, muitas vezes transmissíveis e até fatais. Além disso, ao proteger a saúde do seu animal, você também demonstra responsabilidade e amor no dia a dia. Manter o calendário de vacinação em dia, portanto, não é apenas uma questão de prevenção, mas também de compromisso com o bem-estar do seu melhor amigo. Como resultado, esse cuidado reduz os gastos com tratamentos emergenciais e ainda proporciona mais tranquilidade — seja durante as visitas ao pet shop, nos passeios no parque ou até mesmo em casa, com a convivência familiar. Por fim, ao investir na vacinação, você garante não só

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Rinotraqueíte Felina: Entenda os riscos e como proteger seu gato

Rinotraqueíte Felina: tudo o que você precisa saber sobre essa doença respiratória A rinotraqueíte felina é uma das doenças mais comuns entre os gatos e, por isso, está entre as principais buscas de tutores no Google. Afinal, quem convive com um felino quer garantir sua saúde e bem-estar, especialmente quando surgem sinais de problemas respiratórios. Neste artigo, você vai entender o que é a rinotraqueíte felina, como identificar os sintomas, quais os tratamentos disponíveis e, principalmente, como preveni-la. O que é a Rinotraqueíte Felina? Antes de mais nada, é importante saber que a rinotraqueíte, também conhecida como rinotraqueíte viral felina (RVF), é uma infecção causada pelo herpesvírus felino tipo 1 (FHV-1). Ou seja, trata-se de uma das principais responsáveis pelas doenças respiratórias superiores em gatos, afetando especialmente filhotes, idosos ou imunossuprimidos. Além disso, vale ressaltar que a doença é altamente contagiosa entre os gatos, embora não seja transmissível para humanos. Como a Rinotraqueíte Felina é transmitida? De modo geral, o contágio ocorre principalmente por meio de: Contato direto com secreções oculares, nasais ou salivares de gatos infectados. Uso compartilhado de tigelas, caixas de areia ou brinquedos. Ambientes fechados e com muitos gatos, como abrigos, gatis ou lares temporários. Por outro lado, mesmo após o tratamento, o vírus pode permanecer latente no organismo do gato e reativar em momentos de estresse. Quais são os sintomas mais comuns? Em primeiro lugar, entre as dúvidas mais buscadas no Google sobre rinotraqueíte felina, os sinais da doença lideram. Por isso, fique atento a: Espirros frequentes; Corrimento nasal e ocular; Febre; Perda de apetite; Letargia; Úlceras na córnea; Dificuldade para respirar. Além disso, é fundamental saber que os sintomas podem variar de leves a graves, especialmente se houver coinfecção com outras doenças respiratórias felinas.   Como é feito o diagnóstico? Em relação ao diagnóstico, ele geralmente é clínico, baseado nos sinais apresentados pelo gato. No entanto, para confirmar, o médico-veterinário pode solicitar exames laboratoriais, como: PCR (para detecção do vírus); Testes sorológicos; Cultura viral. Portanto, a busca por diagnósticos precisos tem crescido muito entre os tutores preocupados com a saúde dos felinos.   Qual é o tratamento para a Rinotraqueíte Felina? Embora não haja cura definitiva, já que se trata de um herpesvírus, o tratamento visa controlar os sintomas e evitar complicações. Assim, normalmente inclui: Antibióticos (para infecções secundárias); Antivirais (em casos mais graves); Suplementos imunológicos; Fluidoterapia, se necessário; Alimentação adequada e estímulo hídrico. Dessa forma, o repouso e o conforto são essenciais para a recuperação. Como prevenir a Rinotraqueíte Felina? Por outro lado, a prevenção é uma das buscas mais frequentes pelos tutores e a resposta é clara: vacinação! A vacina múltipla (V3, V4 ou V5) protege contra os principais agentes de doenças respiratórias, incluindo o herpesvírus felino. Além disso, outras medidas são importantes, como: Evitar contato com gatos doentes; Manter a higiene de ambientes e objetos; Minimizar situações de estresse. Mas afinal, será que a Rinotraqueíte Felina é perigosa? Sim, especialmente se não tratada adequadamente. Em filhotes e gatos com imunidade baixa, pode evoluir para quadros graves e até óbito. Por isso, a busca por informações sobre a doença, diagnóstico precoce e prevenção são tão comuns e importantes. Gostou deste conteúdo? Acompanhe nossas redes sociais para receber mais dicas sobre saúde felina, bem-estar e cuidados essenciais para o seu pet. Estamos sempre compartilhando informações úteis para ajudar você a garantir uma vida longa e saudável ao seu melhor amigo! Siga, comente e compartilhe!

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Remoção de tártaro nos cães

Por que cuidar da saúde bucal do seu pet é tão importante? Quando pensamos no bem-estar dos nossos pets, geralmente lembramos das vacinas, da alimentação e dos passeios. Entretanto, a saúde bucal também precisa de atenção — afinal, a remoção de tártaro nos cães é essencial para evitar um dos vilões silenciosos que mais prejudicam os pets. Mas afinal, o que é o tártaro? O tártaro surge quando restos de comida e bactérias se acumulam nos dentes e não são removidos com a escovação. Com o tempo, essa placa bacteriana endurece e gruda nos dentes, principalmente próximo à gengiva, criando um ambiente ideal para inflamações. O que favorece o acúmulo de tártaro? Diversos fatores aumentam consideravelmente o risco, como: Falta de escovação regular ou feita de maneira incorreta Dieta muito macia ou rica em petiscos e restos de comida Raças pequenas, que tendem a acumular mais placa bacteriana Idade avançada, que dificulta a higiene bucal Saliva em excesso ou com composição propícia ao crescimento bacteriano Portanto, a combinação desses fatores pode acelerar o processo de formação do tártaro. Doenças periodontais: quando o problema se agrava Caso o tártaro não seja removido a tempo, ele pode provocar gengivite (inflamação nas gengivas), mau hálito e, em casos mais sérios, evoluir para periodontite. Essa condição atinge os ossos de sustentação dos dentes, causando dor intensa e até a perda dentária. Além disso, as bactérias podem cair na corrente sanguínea e comprometer órgãos como o coração, os rins e o fígado. Por que contar com a limpeza profissional? Mesmo que o tutor mantenha bons hábitos de escovação, é natural que algum tártaro se acumule com o tempo. Nesses casos, somente o médico-veterinário consegue remover tudo com segurança. A limpeza, feita com anestesia geral e equipamentos específicos, não causa dor e evita complicações futuras. Importante: nunca tente raspar o tártaro em casa. Ferramentas improvisadas podem ferir a gengiva do pet e abrir portas para infecções perigosas. O que é a tartarectomia e quais seus benefícios? A tartarectomia é o procedimento de remoção do tártaro realizado por um veterinário. Durante o procedimento, o especialista alcança regiões que a escova não consegue atingir, como a base dos dentes e o interior da gengiva. Como resultado, é possível prevenir doenças periodontais, eliminar o mau hálito, reduzir desconfortos e impedir que infecções atinjam órgãos vitais. Além disso, o pet ganha mais qualidade de vida e longevidade. Como manter os cuidados depois da limpeza? Após a remoção de tártaro, o ideal é adotar uma rotina de escovação com produtos próprios para cães. Além disso, petiscos específicos e rações voltadas à saúde bucal ajudam a controlar a placa bacteriana no dia a dia. Dessa forma, os resultados da limpeza profissional se mantêm por mais tempo. Conclusão A saúde bucal dos cães vai muito além do mau hálito. Na verdade, o tártaro pode ser o início de problemas sérios. No entanto, com prevenção, escovação adequada e acompanhamento veterinário, seu melhor amigo pode continuar sorrindo — e saudável — por muito mais tempo. Agende uma avaliação com seu veterinário e não deixe que o tártaro roube a qualidade de vida do seu pet!

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janeiro branco

Dermatite em cães: Como a ansiedade pode afetar a pele e o pelo dos pets

Como o estresse pode influenciar a saúde da pele e dos pelos dos animais A ansiedade é um problema comportamental cada vez mais reconhecido entre os animais de estimação, especialmente entre cães e gatos. Muitas vezes, associamos a ansiedade a mudanças no comportamento, como latidos excessivos, destruição de objetos ou até agressividade. No entanto, um aspecto frequentemente negligenciado é o impacto da ansiedade na saúde física do animal, especialmente em sua pele e pelos. Neste artigo, exploraremos como a ansiedade pode contribuir para problemas de pele e pelos em pets, com um foco especial na dermatite em cães. Comportamento de lamber ou morder excessivo: A relação com a dermatite em cães Um dos efeitos mais comuns da ansiedade em cães é o comportamento compulsivo de lamber ou morder partes específicas do corpo. Isso é particularmente evidente em casos de dermatite em cães, onde o animal lambe ou morde tanto as patas quanto outras áreas do corpo, tentando aliviar a coceira e a irritação. Esse comportamento não só agrava a condição da pele, como também pode resultar em infecções secundárias, feridas abertas e até a formação de cicatrizes. Se o seu cão está constantemente lambendo ou mordendo, isso pode ser um sinal de que ele está lidando com ansiedade, e é essencial investigar as causas subjacentes, pois a dermatite em cães pode ser um reflexo dessa condição emocional. Dermatite Psicogênica: Quando o estresse afeta a pele do pet A dermatite psicogênica é uma condição pouco conhecida, mas importante, que ocorre quando o estresse e a ansiedade causam ou exacerbam problemas de pele. Em muitos casos, os cães ansiosos desenvolvem coceiras incessantes e, sem perceber, começam a se arranhar de forma excessiva, o que pode levar à dermatite em cães. A coceira constante danifica a pele e cria um ciclo vicioso: o cão coça mais, a pele fica mais irritada, e isso agrava ainda mais o quadro. Além disso, o comportamento compulsivo pode resultar em feridas, inflamações graves e até infecções bacterianas ou fúngicas, tornando a situação ainda mais difícil de controlar. Se você perceber que seu cão está constantemente coçando ou se mordendo, é fundamental buscar tratamento tanto para a ansiedade quanto para a dermatite. Como a ansiedade pode agravar condições preexistentes de pele Cães que já possuem condições dermatológicas, como alergias ou outras irritações de pele, podem ter suas condições agravadas pela ansiedade. A dermatite em cães já existente pode se intensificar devido ao estresse, tornando os sintomas ainda mais incômodos. O aumento da coceira e da inflamação, causado pelo estresse, pode gerar feridas abertas e até piorar infecções já presentes. Portanto, o controle da ansiedade é fundamental não só para o bem-estar emocional do animal, mas também para evitar que ele desenvolva complicações adicionais de pele que podem ser difíceis de tratar. A queda de pelo relacionada ao estresse O estresse, particularmente o prolongado, também pode levar à queda de pelo em cães. Se o seu pet estiver lidando com ansiedade, isso pode afetar a qualidade do seu pelo, deixando-o opaco e quebradiço. Além disso, o estresse pode gerar uma queda de pelo localizada, especialmente nas áreas que o animal está constantemente mordendo ou lambendo. Em muitos casos, isso pode resultar em manchas sem pelos, o que também é um sintoma comum em cães com dermatite. O estresse crônico pode interferir na saúde geral do pelo do animal, por isso, é importante monitorar o comportamento e procurar maneiras de aliviar a ansiedade, para que o cão mantenha a qualidade do seu pelo e da sua pele. O impacto da ansiedade no apetite e na hidratação Outro fator a ser considerado é como a ansiedade pode afetar os hábitos alimentares e de hidratação do seu pet. Cães ansiosos podem sofrer de perda de apetite ou desidratação, o que compromete a saúde geral e, por consequência, a saúde da pele e dos pelos. A falta de uma alimentação balanceada, rica em nutrientes essenciais, pode enfraquecer o sistema imunológico do cão, tornando-o mais propenso a problemas como a dermatite em cães. Além disso, a desidratação pode fazer com que a pele do animal fique seca e mais suscetível a rachaduras e irritações. Portanto, manter o pet hidratado e garantir que ele tenha uma alimentação rica em nutrientes adequados é essencial para a saúde geral da pele e do pelo. Como tratar a ansiedade e melhorar a saúde da pele e pelo A boa notícia é que a ansiedade em cães pode ser tratada, e, ao lidar com essa condição, você pode ajudar a prevenir ou aliviar problemas de pele e pelo, como a dermatite em cães. Aqui estão algumas estratégias para melhorar a situação: Identificar a Causa da Ansiedade: Mudanças no ambiente, separação, falta de estímulos ou problemas comportamentais podem estar causando estresse. Identificar o gatilho é o primeiro passo para ajudar seu pet. Tratamentos Comportamentais: Consultar um especialista em comportamento animal pode ajudar seu pet a lidar melhor com a ansiedade, através de técnicas de modificação de comportamento ou terapia de dessensibilização. Medicação: Em casos mais graves de ansiedade, o veterinário pode recomendar medicamentos ansiolíticos ou sedativos leves para ajudar o animal a se sentir mais calmo. Cuidados com a Pele: Além do tratamento para a ansiedade, usar produtos apropriados para a pele, como shampoos calmantes, e garantir uma dieta rica em ácidos graxos essenciais pode melhorar a saúde da pele e do pelo.

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